Ainda é outono, o inverno chega no dia 21/06, mas hoje ainda é o décimo primeiro dia do mês, no entanto, já começaram os festivais de sopa. Eu odeio sopa, mas gosto das festas de rua. Prefiro ensopados. Sopa é comida de dieta, comida de gente doente não combina com as comemorações juninas. Desisti de seguir regimes, também detesto qualquer clima semelhante ao de hospitais.
Os meados do outono costumam trazer dias bonitos, sol forte durante a maior parte do tempo e noites geladas, ótimas pra mim que adoro dormir com cobertor.
Junho é o mês dos quases, é quase ano novo de novo. É quase o fim de tudo de novo. Em junho tá quase todo mundo de saco cheio. Menos eu, eu permaneço insatisfeita o ano inteiro.
Porém, tenho que concordar que foram seis meses mais felizes do que o final de 2016 e o ano de 2017 inteiros. Meia dúzia de 30 dias que demoraram para começar psicologicamente e, sobretudo, sexualmente. E um fator está relacionado a outro, se um não está fluindo o outro empaca, e vice e versa.
É tudo quase muito bom, coisa típica de junho. Assim como as mulheres procurando aulas sensuais, e as lingeries de renda e as roupas de moletom em preço absurdamente mais alto. O sexto mês é recheado dessas coisas.
Foram 10 anos em seis meses, quase uma década, de quase envelhecer e rejuvenescer de novo. Da vontade de quase morrer só pra começar a viver de novo. É a metade do ano, é quase isso. É sempre quase.
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