CAUSOS DE QUALQUER MULHER
Dramas, causos e confissões.
sábado, 30 de novembro de 2019
O CU TEM PODER
domingo, 16 de setembro de 2018
UM BOQUETE DAQUELES QUE VOCÊ GOZA NA CARA DELA, E É SÓ ISSO MESMO.
Eu a conheci numa noite meio chuvosa de sábado, aquelas que a gente espera a garoa afinar pra poder sair de casa e curtir um pouco, sabe? Foi num bar qualquer da zona leste de São Paulo, era no Tatuapé, mas não lembro o nome do lugar. Enfim, foi num bar, junto com uma garota que eu saía a tempos, e que provavelmente por insistência dela de não sairmos apenas para transar, acabei aceitando atravessar a cidade para socializar com gente que nem sabia que existia, a não ser a amiga de quem ela falava sempre . Era eu, minha janta, um cara que nunca vi e ela. A amiga gostosa e desconhecida.
Duas mulheres e dois caras bebendo. Bebendo muito e falando merda. E ali eu a quis.Quis a amiga. Reparei no vestido curto, no modo de andar que fazia sua bunda sussurrar cada sílaba do meu nome no mesmo compasso de Bitch, dos Stones, e na boca cheia que abria lentamente para goles longos de cerveja, e se escancarava escandalosamente sem receios pra dar risada de qualquer coisa que eu falava.
Era essa a minha situação, eu queria a amiga da mulher que estava comigo, por vezes entre uma pausa pra mijar e outra, pensei na possibilidade de me livrar do cara e levar as duas comigo. Mesmo estando de moto, mesmo com a chuva caindo e deixando tudo gelado, mesmo as duas não aceitando, eu queria. Um boquete duplo, uma transa diferente, queria carne nova, e carne era o que mais as duas tinham. Embora uma fosse baixinha e a outra mais alta que eu. Concentravam peças inteiras nos lábios, seios, coxas e bunda. A dupla era um tipo de açougue dos mais completos, aqueles que até oferecem refeições para exibir a qualidade da carne exposta. Uma espécie de banquete, aqueles tipo de filme clássico, aniversário de judeu, coisa de natal de milionário, coisas assim.. e eu cheio de fome.
A noite passou, mas não a minha vontade de enfiar o pau inteiro na boca daquela garota, até que suas lágrimas escorressem, até que ela gritasse de dor, até que provocasse ânsia e até que a ânsia a fizesse quase vomitar, e só então eu permitiria que a vadia respirasse fundo pra poder começar tudo de novo.
Depois de levar alguns nãos por conta da amizade dela com a outra guria, resolvi insistir novamente e jogar aberto, não tenho tempo para charmes. "Escuta, menina. Quero um boquete seu. E é isso, coisa rápida, afinal, não temos tempo pra perder e idade suficiente pra saber como isso funciona." E realmente funcionou. Quem diria, a grande amiga cedeu e em poucas horas tinha chegado ao outro lado da cidade para me encontrar.
O motel era um dos piores, porém pouco importava, não era um encontro com a mulher da minha vida e eu nem estava pagando. Depois de chamá-la pra foder, disse que estava sem um puto no bolso e ela disse que dinheiro não era o problema. Aquilo mexeu comigo, a vontade de vê-la me chupando era tão grande que mandei aos diabos o papo de que o homem que deve pagar o primeiro encontro e pra puta que o pariu todos os meus problemas com grana. Dei meu jeito e fui. Eu seria chupado e não ia gastar um real por isso. Gozar na cara dela era o mínimo que eu poderia fazer pra aproveitar esse momento e pronto. Era como ser convidado pra um rodízio de carne e depois passar a tarde inteira na praia vendo bundas e bebendo por conta do chefe.
Ela aceitou pagar e daí por diante ocorreu tudo sem esforço. Ela me beijava com uma rapidez de micareta, não entendi a pressa, tínhamos 3 horas pra resolver nossas pendências. "Para com essa rapidez, ninguém vai fugir daqui, calma"- eu disse logo assim que me afastei de seu corpo a deixando visivelmente triste com o comentário. Aquilo me deixou tão duro quanto antes, e assim permaneci, criticando tudo que a cadela afobada fazia.- "Sem beijo. Não encosta em mim, não vou te beijar. Sem sussurro. Sem preliminar. Não vou te chupar e também odeio esse seu jeito de ficar pedindo. Cala essa boca. Não seja ridícula. Vai chorar? Então chora. Chora, que eu paro. Faça as coisas direito e eu não reclamo. Se você não chorar, não sairemos daqui hoje. "
Até que ela chorou. Chorou e ajoelhou. Ajoelhou lentamente e olhou pra mim. "Eu te odeio", sem que terminasse a frase enfiei o pau com força em sua boca e mais lágrimas escorreram, seus gemidos eram completamente asfixiados, e então misturaram-se às lágrimas a saliva e o suor. A cada pressionada que meu pau dava em sua boca, a cada suspiro, mais lágrimas e mais olhares de pavor ela me retornava, sem nunca deixar de ser um pedido de mais força, um desejo, simplesmente tesão.
Na tentativa de me empurrar e se livrar de mim levantou as mãos, mas coitada, nada me faria parar com aquilo, mobilizei seu gesto e pressionei meu peso todo contra ela, que já não tinha mais reação além das ânsias de vômito e um respiro fundo e gemidos sem voz, quase uma súplica para que tudo acabasse.
E acabaria logo. Não sem antes esfregar tudo naquela cara de choro e ver escorrer aquela maquiagem que deixava aqueles olhos de ameixa preta ainda maiores. E eu perdi as forças, o gozo foi direto na cara da vadiazinha que abria a boca como se fosse receber um doce, da puta que engoliu, sorriu, se levantou e me beijou. Devagar. Como se nada mais importasse. Não tinha amiga. Não tinha mais pudor. Não havia mais vontade de ir embora.
Então eu desanimei. A cadela gostou e queria mais, mas pra mim, já tava de bom tamanho. Me restava mais de 1 hora pra aproveitar a banheira e ver o canal pornô de graça na TV.
terça-feira, 21 de agosto de 2018
QUE ACABE PELA MANHÃ ESSE LIXO QUE SOU E SINTO
domingo, 5 de agosto de 2018
MEU NOME É ÁGATHA E VOCÊ PODE PERGUNTAR SEMPRE QUE PRECISAR
Meu nome? Bem, meu nome é Ágatha. Sim, é assim que me chamo. E que me chamam também.
É, eles chamam. Chamam sempre que precisam de alguma coisa. Que o vazio aperta e o vento sopra forte nas orelhas. E é assim que eles entram nos meus causos. Chamando e gritando meu nome.
Minha vida? Olha, eu não sei como vai. Mas está desconfortável. É... Está esquisito. Não faz muito tempo, se não me engano, quinta-feira passada tive uma crise de ansiedade, um ataque de pânico, frescura, não sei... Saí sem rumo, dei sinal pra qualquer ônibus e entrei, só pra observar o caminho pela janela, com o coração acelerado, chorando e desesperada. Não tinha rumo, nem ponto certo, muito menos dinheiro pra gastar em outro bairro, era vontade de fugir mesmo.
Pra onde? Eu não sei, cara. Acho que queria fugir de mim, não tenho a mínima vontade de ser eu. É bem melhor ser os outros. E tem dia que pra mim não dá, tem dia que eu não posso com a felicidade de ninguém.
Oi, desculpa, não ouvi direito... Por que não quero ser eu? Nem de longe sou quem gostaria de ser. E meus desejos são utópicos. Tudo que acontece na vida alheia é inalcançável por aqui... Sabe como é? Eu, eu, eu não nasci pra isso.
Ninguém resolve meus problemas. Sequer param para ouvir. E quer saber? Todo mundo tem mais com o que se preocupar. E é uma bosta não ser normal. Não sentir normal. É tudo insuficiente. Queria ser pequena e frágil, mas pareço um monstro, e ninguém chega perto, mesmo com esse frio que pede abraços. Eu não sei lidar. Com nada.
Não tenho aquela coisinha que as pessoas têm, aquele ar de despertar atenção, não... tenho isso, não. Sabe aquela sorte de ter com quem contar, ser chamado de amor, família grande reunida, tomar benzatacil pra curar dor de garganta, infecção nasal, diarreia ou qualquer porra? Nunca senti nada nem parecido. Só sofro de rinite. E essa doença nem é tão grave assim...
Nunca cheguei perto da compaixão, sentimentos recíprocos talvez me matem, como uma dose de aspirina, gotas de dipirona ou uma injeção de iodo. Eu nunca pude tomar as coisas que todos tomam. Ah não ser no cu, no cu eu tomo sempre.
E não vá pensar que é no sentido sexual, minha indiferença é tão grande que nem transar eu transo. Eu não endereço pau algum. Perdi o jeito. Esgotei o estoque de feromônios com fodas rápidas, fiz sexo de brinquedo. Tesão, alma e coração com tempo contado. Igual as fichas do Playland.
Nada durou. Tudo sempre fica na mesma. E quando acreditei fazer parte de algo me disseram "era brincadeira" e então eu descobri, que com a Ágatha jamais seria amor. Nunca será. E então, essa coisa pra mim já não existe.
Se eu nasci pra alguma coisa? Para não ser amada, certamente. Nasci para não ser importante. Tanto faz ser Ágatha, ou ser ninguém, estar ou não estar triste. Eu nasci pra ser o tanto faz. E nenhuma lágrima vai ser rolada por mim. Aceitei a condição, não vale de nada relutar. Os vencedores que contem suas histórias, eu fico feliz em procurar um par pra beber comigo e, caso consiga encontrar, bastará. Conversa e copo cheio.
Confesso que antes de acordar achando tudo indiferente, já chorei muito ouvindo faz uma loucura por mim, já ouviu? Aquela da Alcione? Chorei de soluçar, juro. Quem no mundo tem essa pessoa que faz loucuras? Eu nem sei o que é loucura, meu jovem. Eu mal conheço gente, meu amor. Pouca coisa me tira de casa.
E olha, meu caro... Já entrei no limite do banco pra pagar cerveja, só porque gostava da companhia, já fui xingada por estender papo e perder a hora, já atravessei cidades, já virei noite, já paguei hot dog, boquetes e contas nos piores motéis do bairro, agora me pergunta, e por mim já fizeram o quê? Porra nenhuma.
Nem um suco. Um café. Nada. Eu ando com gente que tem pra onde correr quando bate a crise, gente que sabe se virar, gente que não sabe o que é passar sexta, sábado e domingo sem ter pra onde ir e muito menos pra quem gritar.
Eu finjo bem, e é esse o meu maior defeito. Eu não estou bem. E não fumo. Muito menos bebo sozinha. Eu vivo sozinha. E não importa, pra ninguém.
Se tem alguma coisa que eu sei melhor do que alguém? Eu não sei o que é fazer falta, mas me saio bem dançando de improviso em público. Eu também não sei confiar, eu nunca sei se estão comigo porque gostam de mim, ou porque fui o que sobrou, nunca sei de nada.Pra mim, eu sou sempre o motivo da piada. E com isso você pode perceber que não existe nada que eu saiba melhor do que alguém, mas gosto de cozinhar. E um dos meus sonhos e ter uma casa com cozinha grande e fazer qualquer coisa, meu sonho é receber gente em casa.
O que eu mais quero agora? Poxa, nessa você me pegou, eu quero sempre tanta coisa e tudo ao mesmo tempo. Bom, vamos lá... Queria entder o que há aqui dentro, além de cabelo e peito falso. Gordura, sangue, pelo encravado e cicatriz. Queria me ver com os olhos de quem anda ou já andou comigo, talvez eu seja mais que isso, mas nunca ouvi...
Eu sempre exagero ao demonstrar afeto, por vezes acredito que nem sei dar afago. E é cada vergonha que passo, nego...
O que me faz forte? Eu finjo. Assumo a personagem que é boa e feliz em tudo que faz. E um dia ainda vou morrer disso, pode anotar aí. Acontece que não sei confiar. Em nada. E com todos que fraquejei, me fodi.
Até mais,
Me faça suas perguntas sempre que precisar.
Beijos,
Ágatha.
quinta-feira, 19 de julho de 2018
QUEM TEM MEDO DO COTIDIANO?
Há dias em que fico me perguntando sobre a vida dos outros é uma curiosidade simples, desejo saber o que aconteceu na vida dessas pessoas para que os dias de hoje aconteçam. Entende? Imagino a possibilidade do "e se?" E crio um mundo paralelo, uma vida alternativa, uma segunda chance...
Fui criada por duas mulheres, minha avó e minha mãe. Duas mulheres que viveram separadas por um tempo, porque mãe não pode parar a vida pra criar filho, o dinheiro tem que entrar em casa, as contas precisam ser pagas. E maridos, bem, esses não fazem isso. Pelo menos não com elas. Enfim, minha mãe já crescida voltou a morar com minha avó, e começou a trabalhar, depois casou, e o casamento acabou. Depois casou de novo. E eu nasci. E ela se separou. Então desistiu. Copiou a mãe, que pragueja casamentos até hoje, praguejou até o da filha, vivia ao lado dos santos e do álcool e pra ela isso bastava.
Mas a filha queria família bonita, hora pra jantar, marido em casa, filho, sobrinho, irmão, churrasco no domingo e cachorros... Pra matriarca era bobagem, já havia casado duas vezes e, como boa sogra, contribuiu bastante para as brigas do casal e fim. Foi bom, enquanto durou. E é normal. Não acontece só na minha casa. Acontece na sua também, não?
Esse ser, hoje com quase 90 anos me deixa inquieta nessas observações cotidianas. Quase entendo o motivo do fim de seus casamentos, é compreensível que os ex maridos não tenham aguentado. E não quero parecer machista, muito menos defensora dos casamentos eternos, não é isso...
Minha vó não espera você chegar em casa para contar problemas - e isso é extremamente errado em qualquer relação, eu aprendi com minha mãe. Que tem a esperança de que eu seja uma boa namorada/esposa, ela não sabe se quero casar, mas sonha que eu case e faça diferente do que ela fez. Bom, eu não sei o que quero, mas sigo esse ensinamento seguinte - Minha mãe depois de estar muito nervosa com minha vó, disse "Filha, quando você casar, e seu marido chegar em casa, não fale das contas pra pagar, nem da comida queimada, nem dos problemas do trabalho... Espere. Espere o cara chegar, tomar um banho, ouça o dia dele e depois sim, converse sobre os problemas. E não jogue os problemas em tudo, do jeito que sua vó faz. Não há homem que aguente isso" .
Minha avó é o tipo de pessoa que liga no seu serviço pra dizer que o frango está muito caro, que o Corinthians está perdendo, que não sabe o que vai fazer de almoço. Mas não sabe perguntar se seu dia foi bom, se você precisa de alguma coisa ou simplesmente te dar um abraço. Ela não mede palavras pra dizer a comida acabou, que ameaçaram cortar a luz, não sente cheiro ruim nas roupas de cama e faz um inferno se você decide jogar tudo na máquina ou reformar a casa...
Em vez de limpar o leite derramado, ela pergunta quem derrubou o leite. E isso gera briga. Não soluciona nada. Saber quem derrubou o leite não limpa coisa alguma...
Tudo parece o final do mundo, da moça que dorme com o namorado, àquela que tem 60 anos e ainda mora com a mãe. Tudo é um absurdo. Pra ser velho você precisa fazer uma prova e tirar carteirinha de falso moralista, só assim poderá desfrutar das filas exclusivas, embarques preferenciais e condições especiais para empréstimo.
Além das cenas dignas de novela mexicana, ela passa perfume demais e isso ataca minha rinite. Talvez atacasse a dos maridos também. A maneira de demonstrar carinho dela é quase nula, a velha é inflexível e se mostra doce apenas com os gatos. Ou com os vizinhos. Os vizinhos ela trata extremamente bem. E meu pai. Ela gosta do ex genro, como se fosse filho.
Enfim, quando minha mãe me ensinou a não bombardear meu futuro marido com problemas e a agir diferente da vó, concordei de primeira sem nem questionar. Antes que muitas se revoltem, dizendo que estou aceitando uma posição do patriarcado, "não irrite um homem", eu explico. A questão aqui não é o homem. É a relação. A dica materna é "não estrague sua relação".
Ninguém quer chegar em casa ouvindo problema, a gente quer silêncio e colo. Um macarrão cheio de molho bem quente e cremoso. Banho e cama. Simples assim. Ela usou o casamento pra expor, porque isso lhe feria, podia ter sido diferente, ela sabia como fazer dar certo, no entanto, o gênio da mãe, e também por não existir perfeição, atrapalhou sua vida, nada mais justo do que orientar a geração futura a não cometer os mesmos erros. E tudo bem. Ouvi e guardei. Se um dia precisar usar, estará por aqui em algum canto da minha mente.
Eu tenho medo de envelhecer sozinha. Mais medo ainda tenho de ser como a minha vó. E as constelações familiares dizem que a terceira mulher se parece muito com a mãe da mãe. Merda de missão de vida a minha, não se tornar uma velha chata. Bom, acho que vou falhar e deixar para a próxima encarnação, o medo do cotidiano me vence quase todos os dias.
A minha relação com minha mãe é boa, mas tem suas estremecida. Dias atrás brigamos. E em suas falas de raiva ela disse que sou muito oferecida, e que enjoam fácil de mim pois estou sempre em todos os lugares que me chamam. Tenho que fazer com que sintam minha falta. Eu olhei nos olhos da Suzane Von Richttofen, mergulhei no fundo de sua alma e a entendi perfeitamente. E nem grande herança tenho pra receber... Um apartamento na cohab e sapatos, que nem me servem. Não compensava mata-la, apesar da vontade tentei compreende-la.
Eu não sei se existe quem sinta minha falta, também não acredito que esse alguém existirá um dia. As vidas seguem. E a vida que as mães sonham pra nós, bom, também são utópicas.
Utópica tal qual uma rotina tranquila. E eu temo bastante a tranquilidade.
terça-feira, 26 de junho de 2018
ÁGATHA, A VADIA MUITO BEM COMIDA E DESESPERADAMENTE MAL AMADA
segunda-feira, 11 de junho de 2018
A METADE DO ANO É UMA ÉPOCA DE QUASES
Ainda é outono, o inverno chega no dia 21/06, mas hoje ainda é o décimo primeiro dia do mês, no entanto, já começaram os festivais de sopa. Eu odeio sopa, mas gosto das festas de rua. Prefiro ensopados. Sopa é comida de dieta, comida de gente doente não combina com as comemorações juninas. Desisti de seguir regimes, também detesto qualquer clima semelhante ao de hospitais.
Os meados do outono costumam trazer dias bonitos, sol forte durante a maior parte do tempo e noites geladas, ótimas pra mim que adoro dormir com cobertor.