Eu a conheci numa noite meio chuvosa de sábado, aquelas que a gente espera a garoa afinar pra poder sair de casa e curtir um pouco, sabe? Foi num bar qualquer da zona leste de São Paulo, era no Tatuapé, mas não lembro o nome do lugar. Enfim, foi num bar, junto com uma garota que eu saía a tempos, e que provavelmente por insistência dela de não sairmos apenas para transar, acabei aceitando atravessar a cidade para socializar com gente que nem sabia que existia, a não ser a amiga de quem ela falava sempre . Era eu, minha janta, um cara que nunca vi e ela. A amiga gostosa e desconhecida.
Duas mulheres e dois caras bebendo. Bebendo muito e falando merda. E ali eu a quis.Quis a amiga. Reparei no vestido curto, no modo de andar que fazia sua bunda sussurrar cada sílaba do meu nome no mesmo compasso de Bitch, dos Stones, e na boca cheia que abria lentamente para goles longos de cerveja, e se escancarava escandalosamente sem receios pra dar risada de qualquer coisa que eu falava.
Era essa a minha situação, eu queria a amiga da mulher que estava comigo, por vezes entre uma pausa pra mijar e outra, pensei na possibilidade de me livrar do cara e levar as duas comigo. Mesmo estando de moto, mesmo com a chuva caindo e deixando tudo gelado, mesmo as duas não aceitando, eu queria. Um boquete duplo, uma transa diferente, queria carne nova, e carne era o que mais as duas tinham. Embora uma fosse baixinha e a outra mais alta que eu. Concentravam peças inteiras nos lábios, seios, coxas e bunda. A dupla era um tipo de açougue dos mais completos, aqueles que até oferecem refeições para exibir a qualidade da carne exposta. Uma espécie de banquete, aqueles tipo de filme clássico, aniversário de judeu, coisa de natal de milionário, coisas assim.. e eu cheio de fome.
A noite passou, mas não a minha vontade de enfiar o pau inteiro na boca daquela garota, até que suas lágrimas escorressem, até que ela gritasse de dor, até que provocasse ânsia e até que a ânsia a fizesse quase vomitar, e só então eu permitiria que a vadia respirasse fundo pra poder começar tudo de novo.
Depois de levar alguns nãos por conta da amizade dela com a outra guria, resolvi insistir novamente e jogar aberto, não tenho tempo para charmes. "Escuta, menina. Quero um boquete seu. E é isso, coisa rápida, afinal, não temos tempo pra perder e idade suficiente pra saber como isso funciona." E realmente funcionou. Quem diria, a grande amiga cedeu e em poucas horas tinha chegado ao outro lado da cidade para me encontrar.
O motel era um dos piores, porém pouco importava, não era um encontro com a mulher da minha vida e eu nem estava pagando. Depois de chamá-la pra foder, disse que estava sem um puto no bolso e ela disse que dinheiro não era o problema. Aquilo mexeu comigo, a vontade de vê-la me chupando era tão grande que mandei aos diabos o papo de que o homem que deve pagar o primeiro encontro e pra puta que o pariu todos os meus problemas com grana. Dei meu jeito e fui. Eu seria chupado e não ia gastar um real por isso. Gozar na cara dela era o mínimo que eu poderia fazer pra aproveitar esse momento e pronto. Era como ser convidado pra um rodízio de carne e depois passar a tarde inteira na praia vendo bundas e bebendo por conta do chefe.
Ela aceitou pagar e daí por diante ocorreu tudo sem esforço. Ela me beijava com uma rapidez de micareta, não entendi a pressa, tínhamos 3 horas pra resolver nossas pendências. "Para com essa rapidez, ninguém vai fugir daqui, calma"- eu disse logo assim que me afastei de seu corpo a deixando visivelmente triste com o comentário. Aquilo me deixou tão duro quanto antes, e assim permaneci, criticando tudo que a cadela afobada fazia.- "Sem beijo. Não encosta em mim, não vou te beijar. Sem sussurro. Sem preliminar. Não vou te chupar e também odeio esse seu jeito de ficar pedindo. Cala essa boca. Não seja ridícula. Vai chorar? Então chora. Chora, que eu paro. Faça as coisas direito e eu não reclamo. Se você não chorar, não sairemos daqui hoje. "
Até que ela chorou. Chorou e ajoelhou. Ajoelhou lentamente e olhou pra mim. "Eu te odeio", sem que terminasse a frase enfiei o pau com força em sua boca e mais lágrimas escorreram, seus gemidos eram completamente asfixiados, e então misturaram-se às lágrimas a saliva e o suor. A cada pressionada que meu pau dava em sua boca, a cada suspiro, mais lágrimas e mais olhares de pavor ela me retornava, sem nunca deixar de ser um pedido de mais força, um desejo, simplesmente tesão.
Na tentativa de me empurrar e se livrar de mim levantou as mãos, mas coitada, nada me faria parar com aquilo, mobilizei seu gesto e pressionei meu peso todo contra ela, que já não tinha mais reação além das ânsias de vômito e um respiro fundo e gemidos sem voz, quase uma súplica para que tudo acabasse.
E acabaria logo. Não sem antes esfregar tudo naquela cara de choro e ver escorrer aquela maquiagem que deixava aqueles olhos de ameixa preta ainda maiores. E eu perdi as forças, o gozo foi direto na cara da vadiazinha que abria a boca como se fosse receber um doce, da puta que engoliu, sorriu, se levantou e me beijou. Devagar. Como se nada mais importasse. Não tinha amiga. Não tinha mais pudor. Não havia mais vontade de ir embora.
Então eu desanimei. A cadela gostou e queria mais, mas pra mim, já tava de bom tamanho. Me restava mais de 1 hora pra aproveitar a banheira e ver o canal pornô de graça na TV.
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