Lúcia, uma das moças que consegui rodando por São Paulo, tinha uns 30 anos e aparência de bem menos. Era pequena, mas com peitos enormes e uma bunda linda, redondinha e empinada, boa de levar uns tapas. Ela trabalhava numa loja na Consolação e almoçava num PF sujo que tinha na Av. Angélica, era lá que eu passava, foi lá que a comi com os olhos e arrisquei contato. Ponto para o meu time, consegui um número de telefone e passamos a nos falar diariamente. Não demorou muito para que confessasse que seu namorado super certinho não fazia o serviço direito, a menina tinha as chamas do inferno em baixo das saias de seu uniforme de vendedora, e o namoradinho tapado não tinha a capacidade de perceber isso. Nada me deixa mais louco do que uma mulher cheia de tesão presa nos braços de um idiota que não sabe o que fazer quando o pau endurece. Eu os vejo como ratos de laboratório submetidos a experiências de estímulo, a cada aumento da dose de serotonina e endorfina ficam mais agitados e mais incapazes. Alguns caras eram assim, possuíam um leque gigantesco de estímulos, mas a reação era adversa, enlouqueciam de jeito errado ou nem enlouqueciam, não suportavam a dose e babavam até adormecer. Enfim, Lúcia era uma vadia de alto a baixo, que não hesitava em mandar fotos sensuais, mesmo em horário de trabalho, ela levantava a saia e empinava a bunda, colocava uma legenda "Vem", essa era sua maneira de me desejar um bom dia. Mandava áudios tão safados, que por vezes,eu ficava constrangido. Dizia ter vontade de me chupar até que minhas pernas ficassem bambas, falava também em ter sede de mim, que desejava me engolir por inteiro, adoraria ser submissa e faria o que eu mandasse, toparia ménage ou voyeurismo. Achei estranho, suspeito dessas que topam tudo de uma vez, geralmente são completamente malucas. Já é bem difícil conseguir uma mulher que aceite te chupar com outra, acho que rola uma competição interna, sei lá, e encontrar uma que implorava ser amarrada pra me ver fodendo uma desconhecida era realmente estranho. Ou muita sorte, quem sabe? Tenho uma queda por sandices.
Alguém lá no céu, ou no mundo das trevas, gostava de mim e permitiu que eu fosse capaz de realizar algumas fantasias de Lúcia. A garota de 30, que mais parecia ter 15, com o tanto de mensagens, fotos e vídeos que mandava e vontade de foder que tinha, isso me irritava. Ela não me deixava em paz, provocava até cansar. Por vezes, pensei em desistir, mas havia algo maior nisso tudo, e quando há forças maiores te motivando a continuar, é melhor aceitar e deixar acontecer. Foi o que fiz. Uma vez me confessou que seu marido, era assim que eu chamava o namorado dela, a colocava de quatro, como uma cadela, do jeito que gostava, mas não permitia que ela rebolasse em seu pau, nem que ousasse se mexer lentamente ou rápido demais. A desculpa era de que assim gozaria rápido, ela se sentia frustada, mas obedecia, não tinha coragem de propor coisas diferentes para ele. Temia assumir o lado puta e perder o moço. Já eu, instigava sempre o pior lado das mulheres com que saía, era gostoso trabalhar isso nelas. Ela dizia gostar de ser vadia comigo, se sentia mais mulher, talvez se sentisse especial, deve ser dessas coisas que as mulheres têm com os homens que se mostram canalhas logo, sem rodeios em dizer que querem transar e somente isso. Uma vez, com uma outra louca que ficava, ouvi que era necessário possuir certo talento para não prestar, e que eu tinha esse dom de não valer nada, de ser um vira-latas abandonado, que mesmo com a possibilidade de adoção preferia viver nas ruas se aventurando por boas refeições. Vadia esperta aquela, chamava-se Ágatha, e era tão louca quanto imprevisível. Ela gostaria de transar comigo e com Lúcia, na minha mente formaríamos uma boa equipe, mas ela havia sumido do mapa. Era outra cachorra abandonada, vivia por aí sem rumo...
Lúcia, confessou também que gostava de transar com o namorado, mas que pensava em mim quando ele estava dentro dela. Falou que eu mandava e ditava seus atos com facilidade, ousadia e autoridade que o cara não tinha e jamais teve. Não pude negar o quanto fiquei orgulhoso em ouvir aquilo, e fodemos de novo, fodemos como as cenas de morte de Hitchcock. A produção de estímulos agora era baseada em receber doses cavalares beta endorfina, a transa crescia como a Whole Lotta Love do Led Zepellin. Mandei que empinasse o rabo e rebolasse como uma vagabunda, pois era isso que era, e em cada sinal de cansaço, ela apanhava, mas continuava a obedecer e insanamente pedia por mais tapas. Os quadris pareciam ter ganhado vida própria, não cessaram um instante. Intercalavam entre movimentos lentos e rápidos. Puxei seus cabelos com tamanha força que se curvou para trás e mesmo com os olhos assustados, permanecia sorrindo. Aquilo me enlouqueceu ainda mais, a puta demonstrava felicidade em foder comigo. Colado ao ouvido dela sussurrei perguntando "O que você quer agora, vagabunda? Diga, o que quer?", com a respiração ofegante, e as pupilas dilatadas, senti seu corpo pequeno e quente tremendo, completamente sem forças. Ela me pediu pra morrer, disse que não aguentava mais me sentir pulsando dentro dela, queria que eu fosse a língua da morte passando por seus grandes e pequenos lábios molhados. Era isso mesmo que eu queria fazer, fodê-la até que encontrasse os braços da morte. "Fale mais alto, cadela.Implore!" Lentamente soltei seus cabelos e acariciei seu rosto, gostaria de guardar na memória a cara da vadia que preferia morrer nas mãos de um cafajeste qualquer do que enfrentar novamente fodas medíocres com o namorado torpe. A mataria, não antes de judiar um pouco, e talvez vocês não entendam, mas uma loucura cresce em mim cada vez que uma mulher me implora algo, satisfazer de primeira não era meu jogo.
Alguém lá no céu, ou no mundo das trevas, gostava de mim e permitiu que eu fosse capaz de realizar algumas fantasias de Lúcia. A garota de 30, que mais parecia ter 15, com o tanto de mensagens, fotos e vídeos que mandava e vontade de foder que tinha, isso me irritava. Ela não me deixava em paz, provocava até cansar. Por vezes, pensei em desistir, mas havia algo maior nisso tudo, e quando há forças maiores te motivando a continuar, é melhor aceitar e deixar acontecer. Foi o que fiz. Uma vez me confessou que seu marido, era assim que eu chamava o namorado dela, a colocava de quatro, como uma cadela, do jeito que gostava, mas não permitia que ela rebolasse em seu pau, nem que ousasse se mexer lentamente ou rápido demais. A desculpa era de que assim gozaria rápido, ela se sentia frustada, mas obedecia, não tinha coragem de propor coisas diferentes para ele. Temia assumir o lado puta e perder o moço. Já eu, instigava sempre o pior lado das mulheres com que saía, era gostoso trabalhar isso nelas. Ela dizia gostar de ser vadia comigo, se sentia mais mulher, talvez se sentisse especial, deve ser dessas coisas que as mulheres têm com os homens que se mostram canalhas logo, sem rodeios em dizer que querem transar e somente isso. Uma vez, com uma outra louca que ficava, ouvi que era necessário possuir certo talento para não prestar, e que eu tinha esse dom de não valer nada, de ser um vira-latas abandonado, que mesmo com a possibilidade de adoção preferia viver nas ruas se aventurando por boas refeições. Vadia esperta aquela, chamava-se Ágatha, e era tão louca quanto imprevisível. Ela gostaria de transar comigo e com Lúcia, na minha mente formaríamos uma boa equipe, mas ela havia sumido do mapa. Era outra cachorra abandonada, vivia por aí sem rumo...
Lúcia, confessou também que gostava de transar com o namorado, mas que pensava em mim quando ele estava dentro dela. Falou que eu mandava e ditava seus atos com facilidade, ousadia e autoridade que o cara não tinha e jamais teve. Não pude negar o quanto fiquei orgulhoso em ouvir aquilo, e fodemos de novo, fodemos como as cenas de morte de Hitchcock. A produção de estímulos agora era baseada em receber doses cavalares beta endorfina, a transa crescia como a Whole Lotta Love do Led Zepellin. Mandei que empinasse o rabo e rebolasse como uma vagabunda, pois era isso que era, e em cada sinal de cansaço, ela apanhava, mas continuava a obedecer e insanamente pedia por mais tapas. Os quadris pareciam ter ganhado vida própria, não cessaram um instante. Intercalavam entre movimentos lentos e rápidos. Puxei seus cabelos com tamanha força que se curvou para trás e mesmo com os olhos assustados, permanecia sorrindo. Aquilo me enlouqueceu ainda mais, a puta demonstrava felicidade em foder comigo. Colado ao ouvido dela sussurrei perguntando "O que você quer agora, vagabunda? Diga, o que quer?", com a respiração ofegante, e as pupilas dilatadas, senti seu corpo pequeno e quente tremendo, completamente sem forças. Ela me pediu pra morrer, disse que não aguentava mais me sentir pulsando dentro dela, queria que eu fosse a língua da morte passando por seus grandes e pequenos lábios molhados. Era isso mesmo que eu queria fazer, fodê-la até que encontrasse os braços da morte. "Fale mais alto, cadela.Implore!" Lentamente soltei seus cabelos e acariciei seu rosto, gostaria de guardar na memória a cara da vadia que preferia morrer nas mãos de um cafajeste qualquer do que enfrentar novamente fodas medíocres com o namorado torpe. A mataria, não antes de judiar um pouco, e talvez vocês não entendam, mas uma loucura cresce em mim cada vez que uma mulher me implora algo, satisfazer de primeira não era meu jogo.
Fixei meu olhar ao dela e ela leu minhas vontades, ofereceu a cara a tapa e depois a outra face. Assim como os ensinamentos de nosso Senhor Jesus Cristo, um ato tanto quanto herege, mas belo de se ver. A heresia se completou quando ajoelhou, como se estivesse aos pés de seu Salvador, era assim que me sentia, iria libertá-la do marasmo de chupar um idiota, não que eu não fosse um, mas me desgarrava das idiotices para vivenciar alguns bons momentos, como esse por exemplo. Ela me degustava, saboreava, sugava e lia as alterações de minha respiração, fazia jus a última chupada de sua vida. Abriu a boca ansiando meu gozo em seus lábios e mesmo depois de gozar na cara da vadia, ela continuou me chupando, naquele momento eu também desejei a morte, nada mais fazia sentido. Mas a vontade de vê-la morrendo ainda era mais forte. Cravei minha mão em seu pescoço e em pé mesmo passei a penetrá-la, seus gemidos estavam fracos, mas mesmo assim me enlouqueciam. A joguei na cama e abri suas pernas, minha língua passeava por todas as curvas de seu corpo, por todos os cantos, e quanto mais se curvava, mais eu a saboreava, era meu prato principal. Sentia seu líquido e suas forças se perdendo cada vez mais, era a deixa que eu precisava. Abafei seus gritos e assisti friamente a vida escapando em seus orgasmos.Foi assim que vim parar aqui, matando uma vadia que pediu pra morrer. Apenas para satisfazer minha vontade de a fazer gozar até a morte.
Sabe, acho uma injustiça o que fizeram comigo, eu não merecia ser condenado ou internado, seja lá como vocês chamem essa prisão. Poderia chupar a delegada e escrivã juntas, até mesmo as enfermeiras. Elas gostariam de morrer sendo chupadas por mim. Eu sinto isso. Tenho faro de sandices, sou apaixonado por elas, já disse isso. Lúcia foi o maior dos meus casos, de todas as chupadas, a que eu nunca esqueci. Esse nó na garganta é apenas a abstinência de chupar alguém, tenho certeza. Por onde andará Ágatha? Bom, não importa. Aceito a condição de terminar os meus dias nesse manicômio, onde fazer gozar até a morte é visto como um crime, uma loucura. Vocês estão todos errados e mal chupados. Deus que os abençoe. Amém.
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